Ao oferecer-se em morte, morte comunal, a reversão Grande Moral da vinda do Reino de Deus pode ser visto momentaneamente na forma como o fundamento de que os brasileiros despertaram principais de todos os credos e nenhum, restaurou o Guarani-Kaiowá para a vida - em comunidade! - Em um reconhecimento impressionante de sua soberania esfera como uma tribo de pessoas com o seu próprio território, a soberania abrangente do Estado brasileiro. No entanto, problemas maiores pela frente para o Guarani-Kaiowá e outros indígenas povos indígenas no Brasil uma rápida industrialização e uma crescente classe média.
-- Owlb
Máquina traduzidas usando o Google Translate.
Avaaz.org (Oct31,2k11)

Essa semana, a força do espírito humano
e o poder da Internet ajudaram a salvar
uma tribo indígena vulnerável no Brasil. Após a comunidade Guarani Kaiowá ter sido ameaçada com uma ordem de despejo de
suas terras ancestrais, uma petição online em apoio à causa se espalhou por todo o Brasil, e ajudou a conquistar uma importante vitória.
e o poder da Internet ajudaram a salvar
uma tribo indígena vulnerável no Brasil. Após a comunidade Guarani Kaiowá ter sido ameaçada com uma ordem de despejo de
suas terras ancestrais, uma petição online em apoio à causa se espalhou por todo o Brasil, e ajudou a conquistar uma importante vitória.
A tribo, horrorizada pela ideia de ser removida à força de suas terras, se
recusou a deixar a área com vida e declarou que todos iriam morrer juntos -- sendo 50 homens, 50 mulheres e 70 crianças -- se o governo executasse a ordem
de despejo. Uma petição criada no site de Petições da Comunidade da Avaaz por
uma estudante brasileira rapidamente se espalhou por todo o país, reunindo
quase 300.000 assinaturas em poucos dias.
recusou a deixar a área com vida e declarou que todos iriam morrer juntos -- sendo 50 homens, 50 mulheres e 70 crianças -- se o governo executasse a ordem
de despejo. Uma petição criada no site de Petições da Comunidade da Avaaz por
uma estudante brasileira rapidamente se espalhou por todo o país, reunindo
quase 300.000 assinaturas em poucos dias.
E a pressão funcionou. Ontem, a presidenta Dilma Rousseff emitiu uma ordem
para a FUNAI -- órgão do governo responsável por políticas indigenistas, dando-lhes 30 dias para começar o processo de declaração da terra como área protegida para o povo indígena Guarani.
para a FUNAI -- órgão do governo responsável por políticas indigenistas, dando-lhes 30 dias para começar o processo de declaração da terra como área protegida para o povo indígena Guarani.
Na mídia brasileira, o promotor de justiça envolvido no caso deixou claro o quão importante foi o papel da Internet nesta vitória, afirmando que: "a mobilização
nas redes sociais foi imprescindível para alcançarmos esse resultado. Ela gerou uma reação raramente vista pelo governo quando se trata de direitos indígenas."
nas redes sociais foi imprescindível para alcançarmos esse resultado. Ela gerou uma reação raramente vista pelo governo quando se trata de direitos indígenas."
Um apelo de partir o coração
As vozes da comunidade Guarani Kaiowá chegaram até as altas esferas do poder
no Brasil. Leia abaixo um pedaço da carta da comunidade Guarani Kaiowá para o mundo, citada na petição:
no Brasil. Leia abaixo um pedaço da carta da comunidade Guarani Kaiowá para o mundo, citada na petição:
Recebemos esta informação de que nós comunidades, logo seremos atacada, violentada e expulsa da margem do rio pela própria Justiça Federal de Navirai-MS. Assim, fica evidente para nós, que a própria ação da Justiça Federal gera e aumenta as violências contra as nossas vidas, ignorando os nossos direitos de sobreviver na margem de um rio e próximo de nosso território tradicional Pyelito Kue/Mbarakay.De fato, sabemos muito bem que no centro desse nosso território antigo estão enterrados vários os nossos avôs e avós, bisavôs e bisavós, ali estão o cemitérios de todos nossos antepassados. Cientes desse fato histórico, nós já vamos e queremos ser morto e enterrado junto aos nossos antepassados aqui mesmo onde estamos hoje, por isso, pedimos ao Governo e Justiça Federal para não decretar a ordem de despejo/expulsão, mas solicitamos para decretar a nossa morte coletiva e para enterrar nós todos aqui. Pedimos, de uma vez por todas, para decretar a nossa dizimação/extinção total, além de enviar vários tratores para cavar um grande buraco para jogar e enterrar os nossos corpos. Esse é nosso pedido aos juízes federais.Já aguardamos esta decisão da Justiça Federal, Assim, é para decretar a nossa morte coletiva Guarani e Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay e para enterrar-nos todos aqui. Visto que decidimos integralmente a não sairmos daqui com vida e nem morto e sabemos que não temos mais chance em sobreviver dignamente aqui em nosso território antigo, já sofremos muito e estamos todos massacrados e morrendo de modo acelerado. Sabemos que seremos expulsas daqui da margem do rio pela justiça, porém não vamos sair da margem do rio. Como um povo nativo/indígena histórico, decidimos meramente em ser morto coletivamente aqui. Não temos outra opção, esta é a nossa última decisão unânime diante do despacho da Justiça Federal de Navirai-MS.
Eles não estão sós
Esse não é um caso isolado. Em todo o Brasil e outros países da região, povos indígenas vivem diariamente com o medo de serem despejados e sob ameaça de violência. Os Guarani Kaiowá foram forçados a tomar medidas extremas, mas o desespero deles é parte de uma tragédia ainda maior que diz respeito à
destruição das comunidades indígenas, algo que já acontece há gerações.
destruição das comunidades indígenas, algo que já acontece há gerações.
Frequentemente estas comunidades não têm força diante dos governos ou dos interesses corporativos, mas essa vitória mostra que mesmo nos lugares mais remotos há esperança – e que a Internet pode ajudar a salvar vidas ao conectar pessoas e mobilizá-las para exigir mudança.
Se você estiver se sentindo inspirado, compartilhe essa incrível história com todas as pessoas que você conhece.
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